31
Ago 09

Nome: Câncer Direito e Cidadania
Autora: Antonieta MG Barbosa
Editora: Arx
Sinopse: Depois de se descobrir com câncer, Antonieta Barbosa foi submetida a uma mastectomia conservadora e aos tratamentos de quimioterapia e radioterapia e enfrentou entraves burocráticos em busca de seus direitos. Decidiu então escrever este livro para ajudar pacientes e familiares, abordando os direitos dos cidadãos na relação médico-paciente e frente aos planos de saúde. O livro contém também informações sobre os diversos tipos de câncer e os respectivos tratamentos, prevenção, dados estatísticos atualizados do INCA e uma rede de endereços, serviços e benefícios disponíveis em todos os Estados do Brasil e na internet.
Ter como diagnóstico uma doença potencialmente letal como o câncer, está sendo para mim a oportunidade de renascer na própria vida. Fazer cada pequenina coisa do cotidiano, estar com cada uma das pessoas que integram meu universo, em cada lugar de registro da minha história, com a consciência de que poderia não estar mais ali, imprime a tudo grandeza.

publicado por maestrinavania às 09:20

29
Ago 09

publicado por maestrinavania às 08:50

27
Ago 09

A destruição da camada de ozônio aumenta as chances de se desenvolver algum tipo de câncer, principalmente o câncer de pele?
Verdade. Com a destruição da camada de ozônio, os raios UV-B e UV-C aumentam sobre a Terra. Os raios UV-B estão diretamente relacionados ao surgimento do câncer de pele e os raios UV-C são potencialmente mais carcinogênicos do que os UV-B.
 

publicado por maestrinavania às 09:29

25
Ago 09

Nome: O Livro dos Segundos Socorros
Autor:  Doutores da Alegria
Sinopse: Completando dez anos de atividades em setembro, os Doutores da Alegria, grupo de atores profissionais pioneiros especializado em levar alegria para crianças internadas em hospitais de São Paulo e Rio de Janeiro, já visitou mais de 200 mil crianças hospitalizadas. "Ficar doente não é nada engraçado e, mesmo nessa condição, crianças não deixam de ser crianças", explica Wellington Nogueira. "Todas elas continuam querendo brincar, levando uma vida normal. Isso é o que nós aprendemos ao longo de dez anos de trabalho junto desses professores-mirins e é o que queremos transmitir com este livro".

 
Com 44 páginas, o livro possui jogos, brincadeiras e dicas paras as crianças hospitalizadas. "A primeira lição que a garotada nos ensina é que não se deve perder aquilo que está bom e saudável em nós: a capacidade de se divertir", explica Wellington. Repleto de ilustrações, desenhos coloridos e personagens cativantes, a publicação oferece, entre outros atrativos:
- Espaços para as crianças escreverem e destacarem bilhetes carinhosos e engraçados para a equipe médica, pais e amigos.
- Um Pequeno Dicionário de Segundos Socorros, como por exemplo: Compressa - Médico que passa rapidinho no quarto / Cesariana - Casal formado por César e Ana.
- Calendário de Enfermérides, com o Dia da Língua (hoje todo mundo mostra a sua para todo mundo), Dia da Piada Infame, Dia Mundial da Abobrinha, Dia do Biscoito.
- Quadro ilustrado com Hospital de Heróis, como o Tocha Humana (que chegou ao pronto-socorro ardendo em febre) e Branca de Neve (que teve uma crise de anemia e veio acompanhada de Atchim, que andava muito resfriado).
- Jogo do Mico - ideal para jogar com o médico ou a enfermeira na hora de tomar o remédio. Basta recortar as cartas, embaralhar e pedir para o participante tirar uma carta e cumprir o que estiver escrito nela. Os níveis de dificuldades são três: Fácil, Médio e Super-Hiper-Mega Difícil.
- Jogo Bem Star Wars - regras, dados e pecinhas vêm junto com este jogo, no qual as crianças partem de um ponto na página e avançam várias casas até chegarem no objetivo final, que é "Parabéns, Você venceu o resfriado".
- Jogo de Adivinhação - O que é o que é uma folha toda furadinha? Uma receita de médico acupunturista. O que é o que é um pontinho preto num microscópio? É uma black-téria.
- Brincadeira de corte e recorte "Vista seu Médico" - com o desenho de um médico e uma médica e várias peças de roupas "clownescas", para vesti-los.
- Dicas - ilustrações e texto bem humorado explicando o que são germes, quem são os defensores do corpo e como lidar com eles.
- Placas com mensagens engraçadas para recortar, montar e enfeitar o quarto do hospital.
- Receituário de Segundos Socorros - injeção de ânimo, tomar coragem duas vezes ao dia, passar pomada e toda a roupa, jogar a bula e ler a bola.
- Canto Secreto - espaço com o nome preenchido pela criança,para ela escrever algo secreto e seguir as instruções para guardar o texto no esconderijo.
- Exame Médico com testes de múltipla escolha: "O que é um médico de plantão": a) um médico que cura samambaias b) um médico que atende palmeiras c) médico que sobe em coqueiros .
publicado por maestrinavania às 10:20

23
Ago 09

     Queria agradecer a todos aqueles que já deixaram o seu comentário.

     Todos eles deixaram-me com um sorriso de felicidade.

 

Muito Obrigada!

Vânia Bettencourt

publicado por maestrinavania às 10:45

21
Ago 09

Pessoas afro-descendentes não correm risco de ter câncer de pele?
Mito. Qualquer pessoa pode ter câncer de pele, no entanto aquelas com maior concentração de melanina na pele, como as pessoas  afro-descendentes, apresentam menor incidência de tumores de pele. Embora seja raro, podem ter câncer de pele, principalmente na palma das mãos ou na planta dos pés. Por isso, todos devem proteger-se do sol usando chapéus e filtros solares adequados. 

Câncer de pele é mais comum em pessoas com idade acima de 40 anos?
Verdade. Os efeitos nocivos do sol são cumulativos, por isso é comum que o câncer de pele e suas lesões apareçam após os 40 anos.

Charutos e cachimbos provocam menos câncer de pulmão que cigarros comuns?
Mito. Tanto os cigarros como os charutos e fumo para cachimbos consistem em folhas de tabaco secas, além de outras substâncias. Dentre aquelas já identificadas no tabaco e na sua fumaça, 43 são comprovadamente cancerígenas. Como há mais fumantes de cigarros do que de charutos e cachimbos, a ocorrência de câncer por cigarro é maior, no entanto charutos e cachimbos são igualmente perigosos.

O tabaco causa apenas câncer de pulmão?
Mito. O hábito de fumar é a principal causa do câncer de pulmão, laringe, faringe, cavidade oral e esôfago. Também contribui para o surgimento do câncer de bexiga, pâncreas, útero, rim e estômago, além de algumas formas de leucemia.
 

publicado por maestrinavania às 00:29

19
Ago 09

Como este é um blog para ajudar, qualquer pessoa que desejar poderá enviar um artigo, testemunho, informação, imagem, etc. para maestrinavania@hotmail.com 

publicado por maestrinavania às 09:49

17
Ago 09

Técnica cirúrgica que consiste na remoção de toda a glândula mamária.
No tratamento do cancro da mama podem-se efectuar diferentes variantes da mastectomia dependo do tipo de tumor a tratar, do seu estádio e da opção da mulher.

 

Os termos mais frequentemente usados para as definir são os seguintes:
Mastectomia simples – Remoção da glândula mamária e da pele que a recobre, incluindo a areola e o mamilo
Mastectomia subcutânea – Remoção da glândula mamária preservando a pele. É uma forma de tratamento de algumas doenças benignas e malignas da mama permitindo uma reconstrução mamária imediata, geralmente com excelentes resultados estéticos
Mastectomia poupadora de pele – Remoção da glândula mamária e de parte da pele que a recobre conservando outra parte. É uma técnica frequentemente usada quando se procede à reconstrução da mama no mesmo tempo operatório da mastectomia.
Mastectomia radical – Nesta técnica cirúrgica além da glândula são removidos os gânglios axilares e também os músculos grande e pequeno peitoral. Foi uma técnica usada durante décadas no tratamento cirúrgico do cancro da mama desde que foi descrita por Halstead em 1882 até depois de 1945 e hoje abandonada
Mastectomia radical modificada – Técnica cirúrgica que difere da mastectomia radical por permitir conservar os músculos peitorais (apenas o grande peitoral na técnica de Patey ou o pequeno e o grande peitoral na técnica de Madden).

publicado por maestrinavania às 10:30

15
Ago 09

DO HOSPITAL SANTA MARIA - em caso de ataque cardiaco
Como usar a aspirina no ataque cardíaco, em caso de emergência

Uma Nota importante sobre os ataques cardíacos:
Fique sabendo que há outros sintomas de ataques cardíacos, para além da dor no braço esquerdo.
Deve também prestar atenção a uma dor intensa no queixo, bem como a náuseas e suores abundantes, que também não são sintomas vulgares.
Pode não sentir nunca uma primeira dor no peito, durante um ataque cardíaco. 60% das pessoas que tiveram um ataque cardíaco enquanto dormiam, já não se levantaram.
Porém, a dor no peito pode acordá-lo dum sono profundo.
Se assim for, dissolva imediatamente duas Aspirinas na boca e engula-as com um pouco de água.
Em seguida, ligue para o 112 e diga 'ataque cardíaco' e que tomou 2 Aspirinas.  
Sente-se numa cadeira ou sofá e espere pela chegada do pessoal da Emergência do 112 e NÃO SE DEITE!!!!
Um cardiologista afirmou que, se cada pessoa receber este mail e o enviar para mais 10 pessoas, pelo menos uma vida poderá ser salva!

Eu fiz o meu trabalho!
Espero que faças o teu.

 

publicado por maestrinavania às 22:46

13
Ago 09

A própria palavra câncer ainda assusta muita gente, isto porque ainda existem muitas idéias erradas sobre a doença e, infelizmente, a maioria das pessoas ainda pensa que câncer é sinônimo de morte. A palavra câncer tem origem latina e significa, literalmente, caranguejo. Tem esse nome, pois as células doentes atacam e se infiltram nas células sadias como se fossem os tentáculos de um caranguejo.

Até hoje há quem evite pronunciar a palavra “câncer” e atribui à doença alguns, digamos, apelidos. Portanto, parece-nos que própria palavra câncer já traz em si alguns mitos. Muitas vezes uma má interpretação de fatos relacionados ao câncer ou uma generalização de um caso isolado da doença assim como especulações acabam por fazer com que idéias e até mesmo crenças se apresentem como verdades. Vejamos, a partir de algumas dúvidas comuns, o que é mito e o que é verdade em relação ao câncer.

O câncer é contagioso?
Mito. Mesmo o câncer causado por vírus não é contagioso, ou seja, não passa de uma pessoa para a outra por contágio como ocorre com resfriados, por exemplo. No entanto, alguns vírus oncogênicos, isto é, capazes de produzir câncer, podem ser transmitidos através do contato sexual, de transfusões de sangue ou de seringas contaminadas utilizadas para injetar drogas.

Desenvolver um câncer é um castigo?
Mito. Há várias causas para o câncer, sobretudo tabagismo, consumo exagerado de álcool, maus hábitos alimentares, sedentarismo que são os principais responsáveis pelos casos de câncer.

Pessoas na minha família tiveram câncer, terei também porque o câncer é hereditário?
Mito. Em geral, o câncer não é hereditário. Há apenas alguns raros casos que são herdados, tal como o retinoblastoma, um tipo de câncer de olhos que ocorre em crianças. Entretanto, existem alguns fatores genéticos que tornam determinadas pessoas mais sensíveis à ação de carcinógenos, isto é, agentes que provocam o desenvolvimento de um câncer ou tumor maligno no organismo, o que explica por que algumas delas desenvolvem câncer e outras não, quando expostas a um mesmo carcinógeno ambiental. Mas, repetimos: o câncer não é comprovadamente hereditário.
 

publicado por maestrinavania às 00:28

12
Ago 09
Nome: Por uma vida Inteira
Autor: Sylvia Leal
Editora: Record
Sinopse:  Livro é jóia doada por alguém que sofreu o câncer de mama
"Por uma vida inteira", da jornalista Sylvia Leal, não é um daqueles livros que falam sobre o câncer e assustam os leitores.
E também está longe de ser um tratado científico. Na verdade, é um prazer devorar suas páginas, já que não intimida ler sobre um tema tão ameaçador, por causa da fluência da autora em contar sobre o universo psicológico da mulher que está doente e a lastimável falta de recursos oferecidos pelo governo na prevenção do câncer de mama pelo país afora.
Realmente, o formato escolhido por Sylvia foi feliz. O livro utiliza as entrevistas de mulheres que souberam, apesar da fragilidade que a descoberta do câncer provoca, mudar e melhorar suas vidas, intercaladas aos capítulos de percepções comprovadas por seus estudos durante sua execução.A autora também aborda enfaticamente a questão da falta de aparelhagem, como o reduzido número de mamógrafos disponíveis no Brasil, fundamentais para a prevenção do câncer de mama. Percebe-se que há por trás da realização do projeto do livro uma parceria com profissionais da área da saúde, dando consistência às informações apresentadas.

A psicanalista Jacirema Ferreira e os médicos Antonio Nisida, Mauro Speranzini e Roberto Vieira são apresentados logo no início do livro como os seus consultores. Mas, certamente, sem os anos de experiência jornalística de Sylvia, "Por uma vida inteira" não conseguiria ter um tom tão objetivo e linguagem acessível.
O texto é impecável. Mas, o relato expõe que a autora foi vítima deste problema, ocupando hoje a segunda causa de morte entre as mulheres.

Deve ser por isso que, além dos depoimentos de quem venceu a doença, as Marta, Alice, Alda Judith e Antonieta, há, no livro, uma veia poética de alguém que escreveu sobre a própria experiência, sem perder, no entanto, o foco da responsabilidade de informar com a precisão de quem esteve calcada em dados de pesquisas. E o mais saudável do livro é que a jornalista consegue dar uma aula sobre estes membros femininos, apresentando detalhes tão comuns às mulheres. Esse é o caso do capítulo "Seios de muitos significados": "Seio da terra. Não é à toa que assim nos referimos ao âmago, ao mais profundo, ao que é fértil e pródigo. Símbolo da mãe-natureza e, portanto, das entranhas, expressão maior da vida."

No livro, a autora explica de forma convincente o que pode ser natural ou preocupante em relação ao choque de um diagnóstico positivo e aos sintomas em geral. A compreensão de cada etapa do tratamento é fundamental para a própria recuperação da paciente. Confiança nos médicos que as atendem, tudo conta nessa hora. Sylvia traz em seu livro, sobretudo, uma vontade de desmistificar o câncer como uma doença fatal, oferecendo o pragmatismo de que é possível transmitir conselhos úteis para superar o problema.Ela parte do pressuposto de que a dura realidade de se ter câncer de mama pode ser transposta, um dia após o outro. O resultado do trabalho de "Por uma vida inteira" é uma jóia doada por Sylvia a cada uma das mulheres, doentes ou não, que sabem o significado dos seios para sua feminilidade, principalmente quando ameaçados pela tragédia do câncer de mama. Num momento como esse, não é só a vida que fica em jogo, porém a auto-estima e a própria dignidade. Provavelmente, a autora concorda com o ditado: "aquilo que não mata, fortalece ainda mais". E, mesmo não sendo nenhum livro de auto-ajuda, "Por uma vida inteira" é extremamente "pra cima". Vale à pena conferir.
publicado por maestrinavania às 10:19

10
Ago 09
Sabemos que existem pacientes (e/ou familiares) que buscam se informar de uma forma mais completa e profunda sobre o câncer. Se você é uma dessas pessoas mande seu e-mail para oncoguia@oncoguia.com.br
 
 
Nome: Câncer: Sentença ou Renovação?
Autor: Eliana Furtado
Editora: Hama Editora
Sinopse: Todos nós vencemos todos os dias. Já parou para pensar nisso? Vencemos problemas cotidianos, superamos nossas frustrações, encaramos o inimaginável. Não nos damos conta, na maioria das vezes, de como somos capazes.
Mas, há também os que não têm chance alguma. Não têm opção de vencer. Morrem em acidentes de carro, são vítimas de covardia e crueldades ou vítimas de diagnósticos errados e tardios. E assim têm a vida interrompida abruptamente pelo imprevisto, pelo inesperado. Sem nenhuma chance.
Câncer: sentença ou renovação? Fala dos que ganham uma nova oportunidade de viver e não desperdiçam.

Agarra-se a esta única chance e persistem. Nesta obra, Eliane Furtado compartilha com os leitores sua trajetória de esperanças e angústias desde que recebeu a notícia de um diagnóstico arrebatador: neoplasia maligna no ceco e metástase no fígado. Entre cirurgias e tratamentos, Eliane começou a se dedicar ao registro, em forma de crônicas, de todo turbilhão de sentimentos em que mergulhou a partir deste encontro com o inesperado.

Longe de um discurso piegas, que qualquer doença crônica pode inspirar, ou da construção de uma heroína arrogante, a jornalista esclarece o que é a doença, fala sobre a decisão de enfrentá-la, de sua opção pela vida e sobre a cumplicidade com os profissionais, divide as sensações e fantasias despertadas com o tratamento, evidencia como reencontrar a fé e explora as relações humanas diante do trágico.
 
Com o apoio de sua equipe médica – composta pelo clínico e cardiologista Flávio Cure Palheiro, o cirurgião Eduardo Linhares e pelo oncologista Daniel Herchenhorn – e com o incentivo de sua psicoterapeuta Maria Teresa Lago, Eliane se lança em mais uma jornada. Decidiu expor sua experiência a fim de inspirar pacientes e familiares que passam por situações similares e talvez até ajudá-los a descartar a opção da Sentença e escolher o caminho da Renovação, da vida e da saúde que todos desejamos.
publicado por maestrinavania às 10:17

09
Ago 09

A Liga Portuguesa Contra o Cancro em parceria com a Amgen Foundation abriu um Maio de 2009 a Unidade de Psico-Oncologia, quen tem por objectivo promover a qualidade de vida do doente oncológico e seus familiares, realizando o acompanhamento psicológico gratuito ao longo das diferentes fases da doença. 

publicado por maestrinavania às 12:40

07
Ago 09

Radioterapia 3D é um equipamento extremamente moderno que através de imagens geradas por tomografia por um sistema computadorizado permite ao médico avaliar com precisão a localização do tumor e a dose de radiação que os tecidos irão receber durante a aplicação. Desta forma, aumenta-se a eficácia do tratamento e diminuem as reações no organismo dos doentes.

 

publicado por maestrinavania às 12:36

05
Ago 09

Radioterapia é o método que utiliza a radiação no tratamento oncológico, ou seja, na destruição de células tumorais. Neste método é aplicada uma dose calculada de radiação sobre o tecido onde se localiza o tumor, de uma forma que cause o menor dano possível nas áreas vizinhas.

Quando as radiações entram em contato com os tecidos, dão origem a elétrons rápidos que ionizam o meio e criam efeitos químicos que provocarão a destruição dos tumores. No entanto, a eficiência da radioterapia dependerá de alguns fatores, como a sensibilidade do tumor à radiação, sua localização e oxigenação, assim como o controle do processo.

Existem duas formas em que a radioterapia é realizada. Na teleterapia, o paciente recebe as doses de irradiação externamente, fazendo com que várias estruturas que estão próximas da região do tumor também sejam atingidas. Já na braquiterapia, são colocados isótopos radioativos dentro do corpo do paciente, liberando a radioatividade diretamente sobre o local necessário e evitando ao máximo a incidência em outras regiões.

Geralmente as aplicações do tratamento são diárias, seguindo certos intervalos indicados pelo médico. Além disso, todas as reações ao tratamento deverão ser observadas e analisadas pelo especialista, fazendo com que a duração do tratamento varie conforme a resposta do tumor às aplicações.

O uso da radioterapia pode provocar alguns efeitos colaterais decorrentes do dano celular dos tecidos ao redor do tumor. Por isso, os principais sintomas colaterais que podem ocorrer são: queimaduras na pele, feridas na boca, diarréia, dor ao urinar, etc. Entretanto, com a utilização de novos métodos já é possível restringir cada vez mais a área irradiada, reduzindo grandemente os efeitos colaterais do tratamento.

publicado por maestrinavania às 16:29

04
Ago 09

É um tratamento cujo alvo é combater o câncer. Composta por uma combinação de medicamentos, os quais têm a função de atuar nas células cancerígenas, visando destruí-las, assim conter o avanço do câncer e aliviando os sintomas causados pelo desenvolvimento da doença. A quimioterapia pode ser indicada após uma cirurgia, ou sem que haja perspectiva de uma intervenção cirúrgica.

O tratamento
Normalmente são realizadas aplicações em intervalos que podem variar entre uma e quatro semanas para dar tempo ao organismo de se recuperar. O tratamento é ministrado numa sala especial, ele pode ser administrado por via oral (através de comprimidos), através da veia (por meio de soro) e através de injeções intramusculares (dentre os três este é o mais raro).

Alguns efeitos colaterais
Perda de cabelo
Diarréia
Vômitos e náuseas
Aftas

publicado por maestrinavania às 19:27

03
Ago 09

Recebi este e-mail, não o reencaminhei, mas publiquei-o porque é importante.
>
> *> Informação médica
>>
>> Ela comentou que não se sentia bem... lhe doíam as costas.... ia
>> deitar-se um pouco até que passasse... Um tempo mais tarde seu esposo
>> foi ver como ela estava e a encontrou sem respirar... Não a puderam
>> reviver.
>>
>> Eu sabia que os ataques cardíacos nas mulheres são diferentes, mas
>> nunca imaginei nada como isto. Esta é a melhor descrição que li sobre
>> esta terrível experiência...
>>
>> Sabias que os ataques cardíacos nas mulheres raramente apresentam os
>> mesmos sintomas 'dramáticos' que anunciam o enfarte nos homens?
>> Refiro-me à dor intensa no peito, o suor frio e o desfalecimento
>> (desmaio, perda de consciência) súbito que eles sofrem e que vemos
>> representados em muitos filmes.
>>
>> Para que saibam como é a versão feminina do enfarte, uma mulher que
>> experimentou um ataque cardíaco vai-nos contar sua história:
>>
>> 'Eu tive um inesperado ataque de coração por volta de 22h30min, sem
>> ter feito nenhum esforço físico exagerado nem ter sofrido nenhum
>> trauma emocional que pudesse desencadeá-lo. Estava sentada, muito
>> agasalhadinha, com o meu gato nos joelhos. Lia uma novela muito
>> interessante, com o meu pijama preferido e muito relaxada, enquanto
>> pensava: 'Que lindo, é a vida...!'
>>
>> Um pouco mais tarde, senti uma horrível sensação de indigestão, como
>> quando estamos com pressa e comemos uma sanduíche, engolimo-la com um
>> pouco de água e parece que temos uma bola que desce pelo esófago, bem
>> devagar, sufocando-nos.
>>
>> É, então, que nos damos conta de que não deveríamos comer tão depressa
>> e que deveríamos mastigar mais devagar e melhor, além disto, tomar um
>> copo de água para ajudar ao processo digestivo.
>> Esta foi minha sensação inicial... O 'único problema' era que eu NÃO
>> HAVIA comido NADA desde as 17h00min...
>> Depois, desapareceu esta sensação e senti como se alguém me apertasse
>> a coluna vertebral (pensando bem, agora acredito que eram os espasmos
>> em minha aorta). Logo, a pressão começou a avançar para o meu externo
>> (osso de onde nascem as costelas no peito). O processo continuou até
>> que a pressão subiu à garganta e a sensação correu, então, até
>> alcançar ambos os lados do meu queixo.
>>
>> Ahá!! Nesse momento, soube realmente o que se estava a passar
>> comigo... Acredito que todos temos lido ou escutado que a dor no
>> queixo é sinal de um ataque do coração.
>>
>> 'Santo Deus, acredito que estou a ter um ataque cardíaco!', disse ao
>> gato. Tirei os pés do pufe e tratei de ir até ao telefone, mas caí no
>> chão...
>>
>> Então, disse: 'Isto é um ataque cardíaco e não deveria caminhar até o
>> telefone nem a nenhum outro lugar, mas... se não digo a ninguém o que
>> se está a passar, ninguém poderá ajudar-me.... E se demoro, talvez não
>> possa mover-me depois. '
>>
>> Levantei-me apoiada numa cadeira e caminhei devagar até o telefone
>> para chamar a emergência. Disse-lhes que acreditava que estava ta ter
>> um ataque cardíaco e descrevi os meus sintomas. Tratando de manter a
>> calma, informei o que se passava comigo. Eles disseram-me que viriam
>> imediatamente e aconselharam-me a deitar-me perto da porta, depois de
>> destrancá-la para que pudessem entrar e localizar-me rapidamente.
>>
>> Segui as suas instruções, deitei-me no chão e, quase imediatamente,
>> perdi os sentidos. Não me lembro quando, como entraram os médicos e
>> nem quando me levaram de ambulância. Mas, vagamente, lembro de ter
>> aberto os olhos ao chegar ao hospital e ver que o cardiologista estava
>> à espera pronto para levar-me à sala de cirurgia. O médico
>> aproximou-se e fez-me algumas perguntas (creio que perguntou se havia
>> tomado algum medicamento) mas não pude responder nem entender o que me
>> dizia porque voltei a perder os sentidos. Acordei com o cardiologista
>> - como descobri após algumas horas - havia introduzido um pequeno
>> balão na minha artéria femoral para instalar dois 'stents' que
>> mantivessem aberta a minha artéria coronária do lado direito.
>>
>> Quando chamei a ambulância parece que demorou uns 20 ou 30 minutos,
>> mas na realidade apenas me custou 4 ou 5 minutos... E, graças às
>> minhas explicações precisas, os médicos já estavam à espera prontos e
>> atenderam-me adequadamente quando cheguei ao hospital.
>>
>> Vocês perguntam-se porque lhes conto tudo isto com tanto detalhe
>> demorado... É simplesmente porque quero que todos saibam o que aprendi
>> depois desta terrível experiência.
>>
>> Passo, então, a resumir alguns pontos:
>>
>> 1. Tenham em conta que os seus sintomas, provavelmente, não serão
>> parecidos em nada aos que padecem os homens. Eu, por exemplo, senti a
>> dor no externo e no queixo. Dizem que muitas mais mulheres que homens
>> morrem no seu primeiro (e último) ataque cardíaco porque não
>> identificam os sintomas e/ou os confundem com os de uma indigestão.
>> Então, tomam um digestivo e vão para a cama esperando que o mal-estar
>> desapareça durante a noite. Também, porque - por razões culturais -
>> nós, as mulheres, estamos acostumadas a tolerar a dor e o desconforto
>> mais que os homens. Queridas amigas: Talvez os seus sintomas não sejam
>> iguais aos meus, mas, por favor, não percam tempo. CHAMEM a
>> AMBULÂNCIA, se sentem que o corpo experimenta algo estranho. Cada um
>> conhece o estado natural (normal) de seu corpo. Mais vale uma 'falsa
>> emergência' do que não atrever-se a chamar e perder a vida...
>>
>> 2. Notem que disse 'chamem os Paramédicos/Ambulância'. AMIGAS, o tempo
>> é importante, Além disto, não pensem dirigir-se nem deixem que seus
>> esposos ou familiares as levem ao hospital. Além de que ninguém está
>> em condições de dirigir sem que os nervos os atraiçoem, os seus
>> sintomas podem agravar-se no caminho do hospital e complicar as
>> coisas. Tão pouco é recomendável chamar O MÉDICO para que venha a sua
>> casa. Além de perder minutos preciosos, poucos médicos levam no seu
>> carro equipamento 'salva-vidas' necessário nestes casos; a ambulância,
>> sim está totalmente equipada. Principalmente, tem oxigénio que
>> precisarás de imediato.
>>
>> 3. Não acreditem que não possam sofrer um ataque cardíaco porque o seu
>> colesterol é normal ou 'nunca tiveram problemas cardíacos'... Se
>> descobriu que o colesterol por si só (a menos que seja excessivo)
>> raramente é a causa de um ataque cardíaco. Os ataques cardíacos são o
>> resultado de um stress prolongado que faz com que o nosso sistema
>> segregue todas as classes de hormônios daninhos que inflamam as
>> artérias e tecido cardíaco. Por outro lado, as mulheres que estão
>> entrando na menopausa ou já a ultrapassaram, perdem a protecção que
>> lhes brindava os estrogênios, pelo que correm igual risco de sofrer
>> mais problemas cardíacos do que os homens.
>>
>> Um cardiologista disse-me que se todas as que recebemos este e-mail o
>> enviarmos a 10 mulheres, poderemos estar certas de que ao menos UMA
>> vida se salvará. Por isto, seja boa amiga e envia este artigo a todas
>> as mulheres que te são tão queridas...*

 

 

publicado por maestrinavania às 23:38

02
Ago 09
Bebés grandes correm maior risco de cancro da mama
30.09.2008 - 17h51 Andrea Cunha Freitas
Uma investigação que analisou dados de 32 estudos de vários países, envolvendo um total de 600 mil mulheres, encontrou uma “associação positiva” entre o tamanho do bebé (peso, comprimento e perímetro cefálico) e um maior risco do cancro da mama na vida adulta. O indicador mais evidente será o comprimento mas, de acordo com este trabalho, o tamanho do bebé explica cinco por cento dos casos de cancro da mama

A hipótese não é nova. Mas, desta vez, os investigadores juntaram a voltaram a analisar os dados individuais dos participantes em 32 estudos, onde se encontraram 22 mil e 58 casos de cancro da mama. “A informação que existia era pouco consistente. Este trabalho permite concluir de forma clara que existe uma associação entre o tamanho do bebé à nascença e um aumento do risco do cancro da mama na vida adulta”, referiu ao PÚBLICO Isabel dos Santos Silva, coordenadora da investigação levada a cabo pela equipa da The London School of Hygiene and Tropical Medicine e divulgada na edição da PLoS Medicine.


No que se refere ao peso, os resultados obtidos pelos investigadores do Reino Unido permitem concluir que mais meio quilo no peso de nascença, significa mais seis por cento de risco de cancro da mama. Quanto ao comprimento, o risco de ter um cancro da mama aos 80 anos era de 11,5 por cento nas mulheres que mediam mais de 51 centímetros à nascença e de dez por cento nas que mediam menos de 49 centimetros. Aliás, a equipa nota que o comprimento é a variável mais forte e mais evidente nos três indicadores. A explicação, adiantam, poderá estar relacionada com o ambiente hormonal a que o bebé está exposto durante a gravidez.

De acordo com este trabalho, o tamanho do bebé explica cinco por cento dos casos de cancro da mama. Isabel Santos Silva admite que a associação é modesta mas nota a importância desta “marca de susceptibilidade”. Sublinhando que “ainda não conhecemos os mecanismos biológicos que podem explicar esta associação”, a investigadora reclama mais estudos mas remata: “Há outros factores mas agora sabemos, de uma forma consistente, que o tamanho é um deles”. Em Portugal, são diagnosticados cerca de 4500 novos casos de cancro de mama por ano.

“Na prática, um aumento de dez por cento no risco de cancro da mama é seguramente pequeno, mas não trivial numa doença tão comum como o cancro da mama”, refere o editorial da revista PLoS Medicine sublinhando que a “magnitude” deste aumento de risco é da mesma ordem de grandeza que outros factores que influenciam o aparecimento do cancro da mama como a idade da menarca, da menopausa ou a obesidade pós-menopausa.

Em declarações ao PÚBLICO, Isabel dos Santos Silva adianta que os investigadores não quiseram deliberadamente associar estas conclusões aos populares percentis que são usados para “medir” o desenvolvimento de um bebé. A investigadora disse ainda que os rapazes ficaram fora deste trabalho dada a baixa incidência deste tipo de cancro no sexo masculino (cerca de um por cento). “Não faço ideia mas acredito que no caso dos bebés rapazes os resultados fossem os mesmos”, arrisca. A longo prazo, acrescenta, os dados recolhidos destes 32 estudos poderão servir para novos trabalhos que se debrucem sobre outras doenças.

Menos peso, mais diabetes
Não é a primeira vez que o peso dos bebés é associado a factores de risco. Em 2005, foi divulgado um estudo no New England Journal of Medicine que mostrava uma associação entre bebés magros e um risco maior de diabetes na vida adulta. Segundo os investigadores do Reino Unido e da India, a explicação poderia estar no facto destas crianças tentarem aumentar de peso muito rapidamente quando crescem. O baixo peso já foi também relacionado com uma maior susceptibilidade para doenças cardiovasculares.

 

in http://ultimahora.publico.clix.pt/noticia.aspx?id=1344467

publicado por maestrinavania às 11:09

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