03
Ago 09

Recebi este e-mail, não o reencaminhei, mas publiquei-o porque é importante.
>
> *> Informação médica
>>
>> Ela comentou que não se sentia bem... lhe doíam as costas.... ia
>> deitar-se um pouco até que passasse... Um tempo mais tarde seu esposo
>> foi ver como ela estava e a encontrou sem respirar... Não a puderam
>> reviver.
>>
>> Eu sabia que os ataques cardíacos nas mulheres são diferentes, mas
>> nunca imaginei nada como isto. Esta é a melhor descrição que li sobre
>> esta terrível experiência...
>>
>> Sabias que os ataques cardíacos nas mulheres raramente apresentam os
>> mesmos sintomas 'dramáticos' que anunciam o enfarte nos homens?
>> Refiro-me à dor intensa no peito, o suor frio e o desfalecimento
>> (desmaio, perda de consciência) súbito que eles sofrem e que vemos
>> representados em muitos filmes.
>>
>> Para que saibam como é a versão feminina do enfarte, uma mulher que
>> experimentou um ataque cardíaco vai-nos contar sua história:
>>
>> 'Eu tive um inesperado ataque de coração por volta de 22h30min, sem
>> ter feito nenhum esforço físico exagerado nem ter sofrido nenhum
>> trauma emocional que pudesse desencadeá-lo. Estava sentada, muito
>> agasalhadinha, com o meu gato nos joelhos. Lia uma novela muito
>> interessante, com o meu pijama preferido e muito relaxada, enquanto
>> pensava: 'Que lindo, é a vida...!'
>>
>> Um pouco mais tarde, senti uma horrível sensação de indigestão, como
>> quando estamos com pressa e comemos uma sanduíche, engolimo-la com um
>> pouco de água e parece que temos uma bola que desce pelo esófago, bem
>> devagar, sufocando-nos.
>>
>> É, então, que nos damos conta de que não deveríamos comer tão depressa
>> e que deveríamos mastigar mais devagar e melhor, além disto, tomar um
>> copo de água para ajudar ao processo digestivo.
>> Esta foi minha sensação inicial... O 'único problema' era que eu NÃO
>> HAVIA comido NADA desde as 17h00min...
>> Depois, desapareceu esta sensação e senti como se alguém me apertasse
>> a coluna vertebral (pensando bem, agora acredito que eram os espasmos
>> em minha aorta). Logo, a pressão começou a avançar para o meu externo
>> (osso de onde nascem as costelas no peito). O processo continuou até
>> que a pressão subiu à garganta e a sensação correu, então, até
>> alcançar ambos os lados do meu queixo.
>>
>> Ahá!! Nesse momento, soube realmente o que se estava a passar
>> comigo... Acredito que todos temos lido ou escutado que a dor no
>> queixo é sinal de um ataque do coração.
>>
>> 'Santo Deus, acredito que estou a ter um ataque cardíaco!', disse ao
>> gato. Tirei os pés do pufe e tratei de ir até ao telefone, mas caí no
>> chão...
>>
>> Então, disse: 'Isto é um ataque cardíaco e não deveria caminhar até o
>> telefone nem a nenhum outro lugar, mas... se não digo a ninguém o que
>> se está a passar, ninguém poderá ajudar-me.... E se demoro, talvez não
>> possa mover-me depois. '
>>
>> Levantei-me apoiada numa cadeira e caminhei devagar até o telefone
>> para chamar a emergência. Disse-lhes que acreditava que estava ta ter
>> um ataque cardíaco e descrevi os meus sintomas. Tratando de manter a
>> calma, informei o que se passava comigo. Eles disseram-me que viriam
>> imediatamente e aconselharam-me a deitar-me perto da porta, depois de
>> destrancá-la para que pudessem entrar e localizar-me rapidamente.
>>
>> Segui as suas instruções, deitei-me no chão e, quase imediatamente,
>> perdi os sentidos. Não me lembro quando, como entraram os médicos e
>> nem quando me levaram de ambulância. Mas, vagamente, lembro de ter
>> aberto os olhos ao chegar ao hospital e ver que o cardiologista estava
>> à espera pronto para levar-me à sala de cirurgia. O médico
>> aproximou-se e fez-me algumas perguntas (creio que perguntou se havia
>> tomado algum medicamento) mas não pude responder nem entender o que me
>> dizia porque voltei a perder os sentidos. Acordei com o cardiologista
>> - como descobri após algumas horas - havia introduzido um pequeno
>> balão na minha artéria femoral para instalar dois 'stents' que
>> mantivessem aberta a minha artéria coronária do lado direito.
>>
>> Quando chamei a ambulância parece que demorou uns 20 ou 30 minutos,
>> mas na realidade apenas me custou 4 ou 5 minutos... E, graças às
>> minhas explicações precisas, os médicos já estavam à espera prontos e
>> atenderam-me adequadamente quando cheguei ao hospital.
>>
>> Vocês perguntam-se porque lhes conto tudo isto com tanto detalhe
>> demorado... É simplesmente porque quero que todos saibam o que aprendi
>> depois desta terrível experiência.
>>
>> Passo, então, a resumir alguns pontos:
>>
>> 1. Tenham em conta que os seus sintomas, provavelmente, não serão
>> parecidos em nada aos que padecem os homens. Eu, por exemplo, senti a
>> dor no externo e no queixo. Dizem que muitas mais mulheres que homens
>> morrem no seu primeiro (e último) ataque cardíaco porque não
>> identificam os sintomas e/ou os confundem com os de uma indigestão.
>> Então, tomam um digestivo e vão para a cama esperando que o mal-estar
>> desapareça durante a noite. Também, porque - por razões culturais -
>> nós, as mulheres, estamos acostumadas a tolerar a dor e o desconforto
>> mais que os homens. Queridas amigas: Talvez os seus sintomas não sejam
>> iguais aos meus, mas, por favor, não percam tempo. CHAMEM a
>> AMBULÂNCIA, se sentem que o corpo experimenta algo estranho. Cada um
>> conhece o estado natural (normal) de seu corpo. Mais vale uma 'falsa
>> emergência' do que não atrever-se a chamar e perder a vida...
>>
>> 2. Notem que disse 'chamem os Paramédicos/Ambulância'. AMIGAS, o tempo
>> é importante, Além disto, não pensem dirigir-se nem deixem que seus
>> esposos ou familiares as levem ao hospital. Além de que ninguém está
>> em condições de dirigir sem que os nervos os atraiçoem, os seus
>> sintomas podem agravar-se no caminho do hospital e complicar as
>> coisas. Tão pouco é recomendável chamar O MÉDICO para que venha a sua
>> casa. Além de perder minutos preciosos, poucos médicos levam no seu
>> carro equipamento 'salva-vidas' necessário nestes casos; a ambulância,
>> sim está totalmente equipada. Principalmente, tem oxigénio que
>> precisarás de imediato.
>>
>> 3. Não acreditem que não possam sofrer um ataque cardíaco porque o seu
>> colesterol é normal ou 'nunca tiveram problemas cardíacos'... Se
>> descobriu que o colesterol por si só (a menos que seja excessivo)
>> raramente é a causa de um ataque cardíaco. Os ataques cardíacos são o
>> resultado de um stress prolongado que faz com que o nosso sistema
>> segregue todas as classes de hormônios daninhos que inflamam as
>> artérias e tecido cardíaco. Por outro lado, as mulheres que estão
>> entrando na menopausa ou já a ultrapassaram, perdem a protecção que
>> lhes brindava os estrogênios, pelo que correm igual risco de sofrer
>> mais problemas cardíacos do que os homens.
>>
>> Um cardiologista disse-me que se todas as que recebemos este e-mail o
>> enviarmos a 10 mulheres, poderemos estar certas de que ao menos UMA
>> vida se salvará. Por isto, seja boa amiga e envia este artigo a todas
>> as mulheres que te são tão queridas...*

 

 

publicado por maestrinavania às 23:38

Estás de parabéns. Realmente consegues dar imensos e bons conselhos sobre saúde. As melhoras. Continua. Bjs. Luís Picanço
Luís Picanço a 4 de Agosto de 2009 às 17:00

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Olá Vânia , boa noite. Como isso?É com imenso ...
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Estás de parabéns. Realmente consegues dar imensos...
Passei por cá só para te dizer que mesmo sem te co...
Parabéns amiga. Continua assim uma grande mulher l...
ESTÁS DE PARABÉNS POR ESTE BRILHANTE TRABALHO...SÃ...
olá vânia.este blog está muito engraçado e acho qu...
Tens toda a razão, pensamos sempre que é só aos ou...
Amiga o teu blog ta muito fixe...só uma pessoa com...
Olá amiga! Muitos parabéns. O blog está muito bem ...
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